Felicitações Madame, o filme

Estreia - 23 de Junho de 2006 - Teatro Camões - Lisboa

com

Catarina Câmara, Mafalda Saloio, Maria Cerveira, Olga Roriz, Rita Calçada,
Bruno Alexandre, Félix Lozano, Pedro Santiago Cal e Rui Pinto

Dedicado às minhas filhas | Olga e Sara

 

fotografias de Rodrigo César

Direcção e Realização | Olga Roriz

Operação de Câmara |
Victor Roriz
Assistente de Câmara |
Maria Ferreira

Iluminação |
Celestino Verdades
Assistente de iluminação |
Luís Lopes

Direcção de Som |
Sérgio Milhano
Assistente de Som |
João Sargaço

Montagem |
Pedro Rodrigues e Olga Roriz
Pós Produção Áudio |
Sérgio Milhano

Assistente de Dramaturgia |
Pedro Santiago Cal
Assistentes de Direcção
| Sérgio Conceição, André Louro, Luiz Antunes

Selecção de Decores e Figurinos |
Olga Roriz e Intérpretes

Peças Cenográficas |
João Mendes Ribeiro, Pedro Santiago Cal

Construção de Adereços |
Élio Antunes
Assistente de Cenografia |
Ana Taipas
Figurinos |
Lidija Kolovrat, Olga Roriz, Mariana Sá Nogueira, Nuno Carinhas, Vera Castro
Assistente de Guarda-Roupa |
Maria Ribeiro

Direcção de Produção |
Pedro Quaresma
Produção Executiva |
Rui Farinha, José Madeira

Segurança |
José Maia, Dolly

Banda Sonora |

Saint-Saens "The Swan"
Astor Piazzola "Fugata", "Yo soy Maria", "Milonga por Maria la Nina"
Donizetti "O mio Babbino Caro" por Maria Callas
666 "Hyde"
Amália Rodrigues "Canzone per te"
Peter Whitehead "Tunnel of Love"
Frederic Chopin "Preludio Op.28 n∫24"
Mafalda Saloio "Canção da Jangada"
John Barry "News of Hettyís Death"

Produtora |
Companhia Olga Roriz

Co-produtores |
Faro Capital Nacional da Cultura 2005
Companhia Nacional de Bailado
Teatro Nacional de São Carlos

Apoios |
Escola Superior de Dança de Lisboa, Pedras & Pêssegos, Fundação Calouste Gulbenkian
 

No ano de 2005, Olga Roriz comemorou 50 anos de idade, 30 anos de carreira e 10 anos da sua companhia.
Para celebrar estas três datas, a Companhia Olga Roriz produziu o projecto FELICITAÇÕES MADAME.
O princípio desta ideia foi a de ocupar três lugares longe dos palcos, lugares reais, e, em cada um deles, criar uma peça que, pelas características dos espaços se previam “Efémeros”.
Surge então a ideia de, a partir dos materiais criados, encontrar um objecto conjunto que perdurasse no tempo – O Filme.
Foram os lugares/residências: em Abril – Catacumbas da Escola Superior de Dança, Lisboa; em Agosto – Praia da Ilha do Farol, Olhão; em Dezembro – Salão Nobre do teatro Nacional de S. Carlos, Lisboa.

 

 

Companhia subsidiada pelo M.C. / I.A.