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Autópsia

Estreia 1, 2 e 3 de Novembro de 2019
Coprodução São Luiz Teatro Municipal
e Município de Viana do Castelo

Perdemos tudo muito devagar
Tudo o que amamos está prestes a morrer.
Está sempre tudo prestes a morrer.
A aflição vem em ondas de dor e de luto.
Lá onde o corpo fica excluído da compreensão, restam os lugares abandonados. Lugares de memória abertos a outros acontecimentos, lugares de mutação à espera de uma transformada existência.
E depois da avalanche como tudo é tão frágil!
Tudo está aí à nossa frente mas, no entanto, há histórias que não estão escritas em lado nenhum. Coisas de nada… Singularidades frustradas.
Dissecar o mau estar de cada um de nós. Matar cada um de nós. Autopsiarmo-nos.
A repetição… a repetição… a repetição… sem fim como as ondas, como a vida e a morte ou o nascimento e a morte, o dia e a noite…
As dores.

Olga Roriz | Janeiro de 2019

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Coprodução
São Luiz Teatro Municipal e Município de Viana do Castelo

Direção Olga Roriz | Intérpretes André de Campos, Beatriz Dias, Bruno Alves, Catarina Câmara, Marta Lobato Faria, Yonel Castillo Serrano | Conceção da banda sonora João Rapozo | Seleção musical Olga Roriz, João Rapozo e Bruno Alexandre | Música de Acid Arab, Christian Feenesz, Dirty beaches, Jóhann Jóhannsson, Kangding Ray, Ernst Reijseger, Ben Frost, Sunn O))), Colin Stetson e Sarah Neufeld | Cenografia e figurinos Olga Roriz e Ana Vaz | Desenho de luz Cristina Piedade | Conceção Vídeo Olga Roriz e João Rapozo | Pós-produção áudio e vídeo João Rapozo | Assistência à criação Bruno Alexandre | Assistência de cenografia Miguel Justino | Estagiárias assistentes aos ensaios Andreia Serrada, Catarina Camacho e Marta Jardim | Montagem e operação de luz e vídeo João Chicó/Contrapeso | Montagem e operação de som Pontozurca | Agradecimentos Maria Quintans, David Meireles e Américo Castanheira (Faço tudo–Construções Cenográficas)

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Destaques

Olga Roriz integra, juntamente com Clara Andermatt, Paulo Ribeiro e Rui Horta, a BOX 2.0 – Instalação Holográfica de António Cabrita e São Castro/Companhia Paulo Ribeiro. Trata-se de um projeto que nasceu da vontade de levar o “corpo dançante” para um local fora do contexto comum de apresentação do espetáculo e/ou da performance, de quebrar a barreira espaço/tempo através da ilusão holográfica. De 26 de Outubro a 30 de Novembro, de terça a sábado das 10h às 18h, com entrada livre no átrio do Fórum Municipal Romeu Correia, Almada.

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Palestra “A Minha História da Dança”
por Olga Roriz
Dia 21 de Novembro, às 18h30, na Biblioteca Camões, Lisboa,
duração 2h, entrada livre.

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A 30 de Novembro, a COMPANHIA OLGA RORIZ junta-se ao Fair Saturday com a cedência de espaço cultural para a apresentação de dois grupos de artistas. Trata-se de um festival cultural de caráter global, que acontece desde 2014 a nível internacional, ancorado na organização aberta e participativa de atividades artísticas e culturais, em que cada uma delas apoia um projeto social, à sua escolha. O Fair Saturday tem por objetivo sublinhar o impacto do consumo positivo e justo e o papel da Cultura como elemento transformador na sociedade, numa lógica festiva e de celebração. Lisboa torna-se a primeira capital europeia a constituir-se como cidade oficial deste programa.

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Digressão 2019


A meio da noite

18 de Jan., 21h30
Teatro Sá de Miranda, Viana do Castelo

2 de Mar., 21h30
Centro de Artes de Águeda, Águeda

15 de Mar., 21h30
Cineteatro Louletano, Loulé

23 de Mar.,21h30
Teatro Municipal da Guarda, Guarda

28 de Abr., 21h30
Convento de S. Francisco, Coimbra

11 de Jul., 22h00
Fórum Municipal Luísa Todi, Setúbal

14 de Set.,21h30
Cineteatro Curvo Semedo,
O Espaço do Tempo,
Montemor-o-Novo

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Síndrome

3 Ago., 21h30
Centro de Artes
Casa das Mudas, Funchal, Madeira


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Autópsia – Nova Criação

ESTREIA
1, 2 e 3 de Nov., 21h30

São Luiz Teatro Municipal,
Lisboa

 

25 Anos COR - fundo branco.pdf

Digressão 2020


Autópsia

11 de Jan., 21h30
Teatro Sá de Miranda,
Viana do Castelo

8 de Fev., 21h30
Teatro Joaquim Benite, Almada

21 de Mar., 21h30
Teatro José Lúcio da Silva, Leiria

30 de Maio, 21h30
Teatro Municipal de Vila Real

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Seis Meses Depois
Nova Criação 2020

ESTREIA
17, 18 e 19 de Abr., 21h30
Teatro Nacional D. Maria II, Lisboa

25 de Abr., 21h30
Casa das Artes de
Vila Nova de Famalicão

30 de Abr., 21h30
Convento de São Francisco, Coimbra

corpoemcadeia

Corpoemcadeia

Levar para contexto prisional um método de criação artística de uma Companhia de dança de autor, com quase 25 anos de vida.
A aplicação de um modelo amplamente experimentado por equipa artística coesa são fatores que geram motivação, confiança e responsabilidade entre reclusos, artistas e terapeutas.
Também acreditamos que qualidade e visibilidade do nosso trabalho artístico contribuirá para um maior alcance social, derrubando muros e preconceitos. Maior pegada artística. Maior pegada social.

Aquilo que constitui o ADN do Corpoemcadeia é a parceria entre o modelo artístico da Companhia Olga Roriz e um modelo de intervenção terapêutica que privilegia a consciência corporal, o aqui e o agora e que entende a existência humana como um processo criativo.

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FOR

FOR | Formação Olga Roriz

FOR Aulas Práticas
para profissionais e estudantes de Dança
De 1 de Outubro 2019 a 22 de Julho 2020

Contemporâneo
Gonçalo Lobato, Jácome Filipe, Magalie Lanriot, Teresa Alves da Silva e Yonel Serrano
2ª, 4ª e 6ª das 10h35 às 12h00
3ª e 5ª das 9h às 10h30

Condicionamento Físico
Anouk Froidevaux (Gyrokinesis), Lina Duarte (Pilates e Barra no Chão), Magalie Lanriot, Sónia Baptista (Pilates) e Yonel Serrano (Chi Kung)
2ª e 6ª das 9h às 10h30
4ª das 9h às 10h30 Nuno Cabral (Yoga)

Preçário
Aula avulso – 8€
Caderneta mensal 6 aulas – 40€
Caderneta mensal 10 aulas – 50€
Caderneta mensal 20 aulas – 95€

Mensalidade 1 aula/dia – 90€

Mais informações: lina.santos@olgaroriz.com

miguelmoreira

Atelier de Criação
por Miguel Moreira

Inscrições abertas

18, 25 de Novembro
2, 9, 16 de Dezembro 2019
2ªs das 14h40 às 16h40
Carga horária | 10 horas – 5 sessões

VIDA / PROCESSOS
Um trabalho com o objetivo de desenvolver ferramentas de composição, com o pensamento para a co-criação e formação de um coreógrafo.

Preço | € 50,00
(20% de desconto para os alunos FOR Modular e ex-alunos FOR)
Transferência bancária | PT50 0018 000323478860020 58
Inscrições | lina.santos@olgaroriz.com

beatriz

Atelier de Criação
por Beatriz Batarda

Esgotado

4 a 12 de Novembro 2019
das 14h40 às 16h40
Carga horária | 14 horas – 7 sessões

Do Atelier de Criação, espera-se a dedicação do aluno à exploração da linha de pensamento secreta de uma personagem, à improvisação livre de associação de ideias verbais e corporais, à clarificação da presença dos interlocutores motores do pensamento (eu, o outro, o mundo/Deus), na esperança de vislumbrar a dimensão das palavras construção/fabricação intrínsecas à criação.

Preço | 70€
(20% de desconto para os alunos FOR Modular e ex-alunos FOR)
Transferência bancária | PT50 0018 000323478860020 58
Inscrições | lina.santos@olgaroriz.com

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Workshop

Escrita e Improvisação
por Sara Carinhas

Esgotado

6ªs das 14h40 às 16h40
1º bloco – 18, 25 Outubro; 15, 22, 29 Novembro; 6, 13, 20 Dezembro 2019
2º bloco – 3, 17, 24 Abril; 8, 15, 22, 29 Maio 2020

Carga horária | 16 ou 14 ou 30 horas – 8 ou 7 ou 15 sessões

Através de exercícios que utiliza no seu trabalho como encenadora, Sara Carinhas constrói um workshop que introduz elementos como a escrita, o contar de histórias, a auto-referencialidade, a ficção, ou a descrição, como formas de dar aos intérpretes ferramentas em torno do uso do texto – tanto para facilitar a explanação dos seus projetos e ideias artísticas como para encontrar um outro relacionamento entre o corpo, a imaginação e a palavra.

Preço | 1º bloco € 80,00; 2º bloco € 70,00; os dois blocos € 120,00
(20% de desconto para os alunos FOR Modular e ex-alunos FOR)
Transferência bancária | PT50 0018 000323478860020 58
Inscrições | lina.santos@olgaroriz.com

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Residências Artísticas

Sérgio Diogo Matias
Insólito

Partindo de reflexões em torno de paradoxos que surgem a partir de uma ideia de escultura humanizada, em torno do peso, do tempo, da construção de uma imagética assente nas relações pictóricas com o movimento, bem como em torno da possibilidade de despoletar formas e presenças, a partir da procura de uma paisagem em que as linhas e as silhuetas se cruzam com estados sensoriais de despojamento.

Criação coreográfica e interpretação | Sérgio Diogo Matias; Design de som | Mestre André; Desenho de luz | Zeca Iglésias; Textos, documentação, assistência de ensaio | Telma João Santos; Fotografia | Miguel Bartolomeu; Caracterização | Jorge Bragada; Produção | Patrícia Soares/Produção d’Fusão

sombra

Teatro Sem Holofote
A Sombra de Mart

Peça que retrata uma família que vive na penumbra de uma morte. É um drama de família e de sociedade, sobre o que é o suposto e o aceitável. Invoca fragilidade e a falta de delicadeza. Cada personagem revela-nos esse lado negro da Sombra. Uma mãe e uma amante de um luto cruel e no limite da loucura. Um homem que aceita estar no lugar da Sombra. E Gabriel. Com tantas diferenças nunca sabemos realmente quem apoiar e a escrita de Dagerman é imparcial e faz com que nós não tomemos partidos. Mas quem somos nós parajulgar? Apenas Sombras.

Texto original | Stig Dagerman; Tradução | Luís Assis, Melanie Mederlind; Encenação | Marta Caeiro; Assistente de encenação | Ana Almeida; Interpretação | Ana Almeida, Érica Rodrigues, Duarte Mata, Tiago Gonçalves; Cenografia | Ana Almeida, Marta Caeiro; Gestão e Produção | Anatalia Silva; Sonoplastia | João Bispo

play

Play Company
The World Eats Me

Uma black box. Quatro personagens a reinventarem-se na tentativa de superar situações limite. Uma mensagem que nos fala do quanto impingem ao mundo conceitos que se tornam verdades. Não existe um tempo. O que importa não é um seguimento de uma história. O que interessa é o que é dito olhos nos olhos. Partimos à aventura na linha do trapézio que é o destino. O público é quem escolhe a história e é confrontado com as suas próprias decisões. Existe no momento presente fragmentos que estão a ser gravados em vídeo na tentativa de não esconder nada e deixar tudo a nu. Existe a presença física da música através de corpos que nos destabiliza, mas confortam e embalam no sonho da liberdade para um mundo onde nomes não existem. O mundo consome-nos, mas também somos nós que nos deixamos consumir. – VERA GROMICHO

Criação | Vera Gromicho e João Pires; Com | Diogo Fernandes, João Pires, Sandra Sousa, Sara Pereira, Sílvia Chiola; Vídeo | Inês Paour; Fotografias | Tomás Monteiro; Desenho de Luz | Janaina Gonçalves; Músicas | Andreia Valles; Orientação Musical | Andreia Valles, André Henriques; Produção | Play Company; Co-Produção | Inquietarte

Universidade-de-lisboa

CET – Universidade de Lisboa
Encontros de Grupo de Leituras e Práticas Performativas: atenção, afeto, dispositivo

Pretende-se a reflexão e experiência conjunta sobre dimensões estéticas, políticas e existenciais das artes performativas, a partir de três conceitos: qualidade de atenção, circulação de afetos e dispositivos de criação. Nas sociedades contemporâneas, a economia da atenção está intimamente ligada às economias afectivas e, por isso, são o alvo de redobrado controle e vigilância. Sendo as artes performativas um encontro com o outro, num determinado ambiente, que convoca/provoca uma determinada qualidade de atenção e de circulação de afectos, criador de espaços vibracionais com estímulos e efeitos específicos, como podem os dispositivos cénicos potenciar outros modos de (nos) entendermos e agirmos no mundo?  A dinâmica dos encontros será alicerçada na leitura de textos teóricos e artísticos como material para reflexão, diálogo e criação de situações performativas, visando o compartilhamento das questões levantadas pelo grupo.

Coordenação | Cassiano Sydow Quilici; Coordenação | Ana Pais; Público | pesquisadores, professores, artistas e estudantes de pós-graduação

 

Carmen-Mesa

Carmen Mesa
Três ou A Revolução

O principal motor desta peça é o diálogo, com uma sequência de perguntas que refletem uma busca da qual as personagens regressam sempre sem respostas. Trata-se de uma busca pessoal, mas impossível de se dissociar da busca coletiva a que o Homem como espécie parece condenado – a de procurar entender os mistérios das coisas.

Texto original | Carmen Mesa; Intérpretes | André Sobral, Carmen Mesa, Sebastião Martins; Produção | Carmen Mesa, João da Cruz.

sofia silva

Sofia Silva
A Intensidade do Corpo / Workshop Dança Contemporânea

“A dança como poética do movimento não vale pela originalidade nem pela configuração espácio-temporal deste último, mas pela intensidade da experiência o que o conduz…” Laurence Louppe

Neste workshop proponho trabalharmos a experiência do próprio movimento, o que é que o movimento nos trás quando dançado de uma determinada forma, num determinado lugar e feito com um determinado tempo, que ações podemos fazer no nosso corpo, que possam ter algum significado para nós e como olhando para elas podemos transformá-las em Dança, dando-lhes uma expressividade própria a partir da intensidade produzida e que lhe queremos dar.

Auéééu

Auéééu – Teatro
Ulisses

Este projeto surge da necessidade de pensar um espetáculo para jovens, mais precisamente do 2º ciclo do Ensino Básico, tendo como inspiração a figura mítica de Ulisses. A obra Odisseia de Homero, a partir da qual Frederico Lourenço faz uma tradução adaptada para jovens e Maria Alberta Menéres faz um conto, oferece-nos um imaginário rico, no qual se inserem figuras monstruosas e encantadoras, viagens, desafios, medos, descobertas, encontros e desencontros.

Atores | Vânia Ribeiro, Sérgio Coragem, Filipe Velez, João Santos, Jean Louis Silva, Miguel Cunha, Beatriz Brás, Joana Manaças; Produção | Raquel Matos; Desenho de Luz | Rui Seabra; Cartaz | Filipe Andrade

andresa

Andresa Soares
I’d rather not

É um solo de dança perfurado ou interrompido por 20 encontros explicitamente estabelecidos com as 20 pessoas que ocupam os lugares de espectadores. Este projeto define-se como uma situação performativa onde coexistem dois dispositivos cénicos distintos: a apresentação de um solo de dança e a situação de one to one meeting. É na intuição do potencial dramatúrgico da integração destes dois formatos num mesmo objeto artístico que reside a vontade impulsionadora desta proposta.

Concepção/performance | Andresa Soares; Apoio à dramaturgia/assistência de movimento | Yael Karavan; Composição sonora | João Lucas; Elementos cénicos | João Ferro Martins; Design de iluminação | Carolina Caramelo; Produção | Daniela Ribeiro

residencias

Residências Artísticas Anuais

Artistas residentes: João Rapozo, EIF(E), Camboja Selecta, André de Campos, The Portfólio Project, Manga Theatre, Produção d’Fusão, BodyBuilders & Rafael Alvarez.