SMDbranco

Digressão 2021


Autópsia

23  Jan.
Streaming
Teatro Nacional São João, Porto

29 Jan., 19h30
Em reagendamento
Teatro José Lúcio Silva, Leiria

29 Abr., 21h
Centro Cultural Malaposta, Lisboa

18 Jun.
Teatro José Lúcio da Silva, Leiria

19 Nov.
Convento de São Francisco, Coimbra
Streaming no Teatro Nacional
São João, Porto

27 Nov.
Cine-Teatro Avenida
Castelo Branco

 

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Seis meses depois

18 e 19 Fev.
Em reagendamento
Teatro Municipal Joaquim Benite, Almada

16 Out. 21h
Centro de Artes de Águeda

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Antes que matem os Elefantes

5 Jun. | Excerto da peça
Arena Multiusos de Paio Pires, Seixal

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Insónia – Nova criação

Estreia absoluta
21 Mai., 20h30
Teatro Municipal de Bragança

11 Jun.
Teatro Municipal Sá de Miranda, Viana do Castelo

17 e 18 Set.
Teatro Aveirense, Aveiro

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Digressão 2022

Insónia

13 e 14 Jan.
Centro Cultural de Belém, Lisboa

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Seis meses depois

25 e 26 Fev. (reagendado)
Teatro Municipal Joaquim Benite, Almada

for_2021

FOR | Formação Olga Roriz

Aulas Práticas
Para profissionais e estudantes de Dança, integradas nos cursos da FOR Dance Theatre
Aulas abertas a alunos externos mediante marcação

Contemporâneo
2ªs, 4ªs e 6ªs das 10h35 às 12h
Profs. Emanuel Santos (de 4 a 15), André de Campos (de 18 a 29)

3ªs e 5ªs das 9h às 10h30
Profs. Emanuel Santos (de 4 a 15), André de Campos (de 18 a 29)

Condicionamento Físico
2ªs e 6ªs das 9h às 10h30
Profs. Emanuel Santos (de 4 a 11), Filipa Peraltinha (de 15 a 29
4ªs das 9h às 10h30 – Yoga, Prof. Nuno Cabral

Preço
Aula avulso | 8€
Caderneta mensal 6 aulas | 40€
Caderneta mensal 10 aulas | 50€
Caderneta mensal 20 aulas | 95€
Mensalidade 1 aula/dia | 90€

>> Inscrições

Natalia-Lis

Atelier de Criação
Dançar à frente da câmara
Por Natalia Lis

11, 12, 18 e 25 Out. | 14h40 às 16h40

Inscrições abertas
Idioma | Inglês
Carga horária | 8 horas 4 sessões
Preço | 40€ (Desconto 20% para alunos Modular e ex-alunos FOR)
Transferência bancária | PT50 0018 000323478860020 58
MB WAY | 927 298 695

O que significa ser amigo da câmara? Como praticar? Como poder relaxar e trabalhar com uma câmara como se fosse um parceiro de dança? Como estabelecer um espaço íntimo que permitirá que o seu corpo se expresse plenamente durante a filmagem? Iremos lidar com esta e muitas outras questões, trabalhando para estabelecer uma “boa relação” com a câmara – como performer e como videomaker. Iremos aumentar o conhecimento em simultâneo – de ambos os lados e ao mesmo tempo, o que é crucial para a compreensão dos princípios da linguagem audiovisual no campo das artes performativas.

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joao carneiro

Workshop de Dramaturgia II
Por João Carneiro

8 Out. a 17 Dez. | 6ªs das 14h40 às 16h40

Inscrições abertas
Carga horária | 22 horas/11 sessões
Preço | 110€ (Desconto 20% para alunos Modular e ex-alunos FOR)
Transferência bancária | PT50 0018 000323478860020 58
MB WAY | 927 298 695

Na disciplina de Dramaturgia serão propostas várias modalidades de entender a palavra e o conceito de dramaturgia. A disciplina, de radicação teórica, é indissociável também de uma dimensão eminentemente prática e funcional, na relação necessária entre dramaturgia e artes performativas. As aulas consistirão, por isso, numa articulação entre o discurso teórico e a observação de exemplos práticos; estes exemplos podem ter origem em aspetos da criação artística muito diversos, relativamente aos quais pode ser possível falar de dramaturgia.

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Residências Artísticas

Vera Mantero
O susto é um mundo

As alegadas interferências das redes sociais em processos eleitorais recentes fazem-nos concluir que os media “saudáveis” são aqueles que não apresentam apenas um ponto de vista e sim vários, de preferência Contraditórios. Uma educação para a cidadania será uma Educação para a Contradição? Educação para o Susto.

Direção artística | Vera Mantero; Cocriação e interpretação | Henrique Furtado Vieira, Paulo Quedas, Teresa Silva, Vera Mantero; Desenho de luz | Leticia Skrychy; criação sonora e interpretação | João Bento; Produção | O Rumo do Fumo

 

Matthieu-Ehrlander

Matthieu Ehrlander
Banana Being

Banana Being é o terceiro solo de uma trilogia em que é explorada a relação excessiva ou obsessiva do corpo com materiais específicos. Nesta proposta a relação será estabelecida com cachos de banana que cobrem e transformam a figura de um homem em pé. Este corpo híbrido, manipulado pela matéria, coloca o performer numa relação voluntária com a monstruosidade mantendo a vertente humana encapsulada no seu interior.

Direção artística e performance | Matthieu Ehrlander; Shibari | Maria Inês Roque; Bartender | Miguel Cunha; Operação e desenho de luz | Tiago Gandra; Apoio dramatúrgico | Andresa Soares

 

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Tiago Bôto & Wagner Borges
Tour de Force-Fuck

Uma pesquisa sobre a questão da resistência, nas suas diversas vertentes, focando-se na necessidade da acção como forma de comunicação e entendimento – privilegiando a relação entre a realidade e a tentativa de interpretação da mesma, assente sobre um ponto de vista, que permita a definição de uma linha dramatúrgica, recorrendo a uma forte componente física, com destaque para a importância dos pontos e momentos de quebra e renovação do movimento, das armadilhas do corpo, do desgaste da palavra, do pesadelo que não desaparece, do rosto comunicativo, do apelo sexual, da ideia de pecado na crença espiritual. Da não vergonha. Do não-rótulo. Da existência.

Criação | Tiago Bôto & Wagner Borges; Música original | Tiago Bôto; Músico convidado | Rodrigo Bôto; Interpretação | Ana Palma, Paula Garcia, Rafaela Jacinto, Simão Telles/Symone de la Dragma, Tiago Bôto, Wagner Borges, Maria Teresa Franco Alves da Silva

 

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Filipe Baptista
Nadir

Como despir aquilo que não é essencial á nossa sobrevivência individual numa tentativa de nos defrontarmos mais direta e eficazmente com tudo aquilo que carregamos dentro de nós? Com as nossas memórias, marcas e batalhas. O quão necessário se torna termos um espaço sagrado de existência? O que é que o encontro com aquilo que é verdadeiramente bruto e primário potencia nesse processo? O que é que o encontro de um modo de estar mais cru, mais ancestral, desperta? Que combustível interno é que obtemos daí? Que força interna é gerada? Que instintos despertamos? Vislumbramos aqui um corpo encalhado num espaço de ruína, à deriva num ciclo de criação e destruição. Um corpo que caminha entre pequenos despertares e pequenas mortes.

Conceção, direção e performance | Filipe Baptista; Música e ambiente sonoro | João Mendes; Texto e apoio dramatúrgico | Bárbara Bruno; Cenografia e vídeo | Pedro Baptista

 

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Má-Criação
A Estação de Outono

Dois estranhos encontram-se regularmente em não-lugares e reconstroem os passos que conduzem ao desaparecimento de alguém. Como auxiliares de memória têm apenas uma coleção de fotos tiradas em espaços abandonados, que perderam a sua funcionalidade e foram tomados pela natureza. A criação projeta uma fantasia onde os atores não têm corpo e a relação com os espectadores é essencialmente feita através do som.

Criação e texto | Cláudia Gaiolas, Paula Diogo, Alexander Kelly; Interpretação | Cláudia Gaiolas, Paula Diogo; Criação sonora | João Bento; Desenho de luz | Cárin Geadas; Cenografia | Marta Carreiras; Produção | Má-Criação.

Apresentações na Blackbox do CCB e no Temps des Images

 

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Cláudia Dias
Domingo: Estudo 1

Um corpo que luta contra o vento e que nos movimentos que produz aciona um mecanismo produtor de som. Que dança de resistência é esta? E que som produz este corpo em movimento contra o que não se vê?

Conceção e direção | Cláudia Dias; Interpretação | Cláudia Dias, João Miguel Fonseca; Texto | Cláudia Dias; Música original | João Miguel Fonseca; Assistência artística e técnica | Karas; Direcção técnica | Nuno Borda D’Água; Crédito fotografia | João Miguel Fonseca

 

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Hotel Europa
Amores do Leste

Em 2019 comemoraram-se 30 anos sobre a queda do Muro de Berlim, a Revolução de Veludo da Checoslováquia e o fim do Comunismo na Europa. Ao longo do nosso trabalho temos vindo a confrontar o nosso passado recente e um dos tópicos que aparece nas nossas discussões são sobretudo as distintas visões que cada um tem do comunismo. Se para um comunismo é sinónimo de resistência e luta pela liberdade, para o outro significa opressão e a ausência total dessa mesma liberdade. O que resta do ideal de resistência e liberdade depois de viver numa terra marcada pela repressão autoritária perpetrada em nome dessa mesma ideologia?

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Filipa Duarte e Guilherme Barroso
Existência

Compreender a existência humana partindo da nossa própria existência, nos seus aspetos concretos, afetivos, históricos e singulares, valorizando a liberdade de ser e as singularidades de cada indivíduo. Existência – existir – ser, estar, manifestar-se, aparecer, emergir, o movimento de estar junto às coisas do mundo. A reflexão sobre a existência gera questionamentos desde a Grécia Antiga, porém essas questões desenvolveram-se mais intensamente durante os séculos XIX e XX, tendo como principais representantes os filósofos Kierkegaard, Nietzsche, Sartre e Heidegger e os escritores Dostoiévski, Tolstói, Oscar Wilde, Hermann Hesse, Fernando Pessoa, entre outros.

Cocriação e Interpretação | Filipa Duarte e Guilherme Barroso; Apoio à criação e Movimento | Francisco Camacho; Apoio à criação e Dramaturgia | Guilherme Filipe; Apoio à criação e Realização | Nuno Baltazar; Luz | João Cachulo

Grupo de Teatro Lupa

Grupo de Teatro LUPA
Ainda cenas que acontecem

Dando seguimento ao trabalho desenvolvido pelo grupo desde o ‘Cenas que acontecem’, o Lupa apresenta diferentes abordagens sobre situações do real que nos acompanha a todos, com maior ou menos proximidade, com maior ou menor impacto, mas sempre presentes no meio onde coexistimos. Utilizando sempre técnicas inspiradas no Teatro do Oprimido, cria-se espaço para entender o nós e o outro. Encontra-se atualmente a colaborar diretamente com a Junta de Freguesia da Estrela em Lisboa, aplicando as mesmas metodologias aos contextos da freguesia, apresentações em contexto escolar, associativo.

Conceção, criação e interpretação | Ana Cardoso, André Cotrim, Daniela Leal, Filipa Teixeira, Elisa Paulino, João Pedro Amaro, José Branco, José Pedro Alfaiate, Nádia Nogueira, Nuno Câmara Pestana, Susana Mendonça

residencias

Residências Artísticas Anuais

Artistas residentes
João Rapozo, EIF(E), Camboja Selecta, André de Campos,
The Portfolio Project, Manga Theatre, BodyBuilders & Rafael Alvarez,
Razões Pessoais Associação Cultural.

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