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Em 2020 assinalam-se os 25 Anos da Companhia Olga Roriz,
que desde 1995 tem sido uma referência no panorama da dança contemporânea. Em ano de aniversário, a COR realiza um conjunto de iniciativas para assinalar a efeméride.  +Info

Lançamento do livro dos 25 anos da COR | 19 de Set., 16h
Sala Garrett | Teatro Nacional D. Maria II

Estreia do documentário COR 25 Anos | 28 de Set.
Sala Bernardo Sassetti – Apresentação, 19h
Sala Luís Miguel Cintra – Estreia do documentário, 20h
São Luiz Teatro Municipal

Apresentação do arquivo histórico e artístico da COR
Palácio Pancas Palha – Data por reagendar

Workshop Intensivo por Yaniv Abraham
Palácio Pancas Palha – Data por reagendar

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Digressão 2020


Autópsia

11 Jan., 21h30
Teatro Sá de Miranda,
Viana do Castelo

8 Fev., 21h
Teatro Joaquim Benite, Almada

21 Fev., 21h30
Centro de Artes de Águeda

26 Set., 21h30
CAE-Centro de Artes e Espectáculos, Figueira da Foz

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Digressão 2021

23 e 24 Jan., 21h30
Teatro Nacional São João, Porto

29 Jan., 21h30
Teatro José Lúcio Silva, Leiria

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Seis Meses Depois
Nova Criação 2020

Estreia
18 Set. 21h
19 Set. 19h
20 Set. 16h
Teatro Nacional D. Maria II, Lisboa (Coprodução)

3 Out., 21h30
Casa das Artes de Famalicão
(coprodução)

31 Out., 21h30
Cine-teatro Louletano, Loulé
(coprodução)

corpoemcadeia

Corpoemcadeia

Levar para contexto prisional um método de criação artística de uma Companhia de dança de autor, com quase 25 anos de vida.
A aplicação de um modelo amplamente experimentado por equipa artística coesa são fatores que geram motivação, confiança e responsabilidade entre reclusos, artistas e terapeutas.
Também acreditamos que qualidade e visibilidade do nosso trabalho artístico contribuirá para um maior alcance social, derrubando muros e preconceitos. Maior pegada artística. Maior pegada social.

Aquilo que constitui o ADN do Corpoemcadeia é a parceria entre o modelo artístico da Companhia Olga Roriz e um modelo de intervenção terapêutica que privilegia a consciência corporal, o aqui e o agora e que entende a existência humana como um processo criativo.

+Info

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FOR2

FOR | Dance Theatre

Cursos Integral 2020/22 e Modular 2020/21
3ª Fase de Audições | 22 de Set., 10h
Inscrições abertas

Pré-Requisitos
– Formação base/avançada em dança
– Noções de composição
– Capacidade de adaptação a várias linguagens coreográficas

Audição
Aula de Contemporâneo;
Repertório (Companhia Olga Roriz);
Prova livre 3”

+Info | Email | Inscrições

FOR 3

FOR | Formação Olga Roriz

Início do próximo ano letivo a 1 de Outubro de 2020

FOR Aulas Práticas
Reabertura das aulas para alunos externos com data a anunciar
para profissionais e estudantes de Dança
De 1 de Outubro 2019 a 22 de Julho 2020

Contemporâneo
2ª, 4ª e 6ª das 10h35 às 12h00
3ª e 5ª das 9h às 10h30

Condicionamento Físico
2ª e 6ª das 9h às 10h30
4ª das 9h às 10h30 Nuno Cabral (Yoga)

Preçário
Aula avulso – 8€
Caderneta mensal 6 aulas – 40€
Caderneta mensal 10 aulas – 50€
Caderneta mensal 20 aulas – 95€

Mensalidade 1 aula/dia – 90€

+Info | Inscrições

Cláudia-Dias

Residências Artísticas

Cláudia Dias
sexta-feira

O projeto Sete Anos Sete Peças, a realizar entre 2016 e 2022, corresponde ao período dos 44 aos 50 anos de idade da Cláudia Dias. Durante esse tempo, Cláudia propôs-se criar uma peça nova por ano, sempre com um parceiro diferente, e escrever sete textos, a publicar com desenho e grafismo de António Jorge Gonçalves. Cada peça recebeu o nome de um dos sete dias da semana (segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado e domingo), seguido de um subtítulo.

Criação e interpretação | Cláudia Dias e artista; Produção | Alkantara

play

Play Company
Revolução, por amor

A três dias de uma estreia a cultura morreu, fecharam-lhe as portas por um acontecimento global com repercussões trágicas económicas. O que fazem todos os envolvidos no espetáculo? O que fazem os artistas? O que faz o público?
Os artistas deste espetáculo morrem de amor. Como manifesto ao espaço que é tão maior que eles, eles representam para quem conhece melhor o teatro do que qualquer ministro ou presidente: a sala de teatro. Existe morte mais bela que morrer de amor a pedir aquilo que os faz viver? A continuar mesmo que digam que terminou?

Texto | João Pires, com excertos de textos dos atores; Encenação | João Pires, Vera Gromicho; Interpretação | Erica Rodrigues, Inês Realista, Isac Graça, João Pires. Mariana Guarda, Mauro Hermínio, Sandra Sousa, Vasco Batista; Bailarina | Melanie Ferreira; Músicos | João Gadelha, Pedro Guerne, Yuri Santos; Cantores | Andreia Valles, Yuri Santos; Produção | Play Company

adresa soares

Andresa Soares
Sujeito

Projeto protagonizado pelo conceito de movimento colocando em cena dois corpos que, ao invés de dançarem são por ele dançados. Desde os movimentos peristálticos, passando pelos movimentos planetários até, por exemplo, à Primavera Árabe. Pretende ser uma reflexão sobre a implicação do ser humano em todos os movimentos existentes – como sujeito assim como sujeito.

Direção artística e interpretação | Andresa Soares; Cocriação e interpretação | Matthieu Ehrlacher; Composição musical e desenho de luz | Gonçalo Alegria; Apoio dramatúrgico, de pesquisa e escrita | Filipe Pinto; Figurinos | Tânia Afonso; Conceção plástica | coletivo; Produção e comunicação | Marta Moreira

Delicate-Dinosaur-

Delicate Dinosaur – Associação
O Último Voo do Kauai ‘O’o

“O amor que acaba afasta-se para um outro mundo, à maneira de uma nave espacial que deixa de cintilar” –Roland Barthes

Uma pintura em processo de restauro. Quatro atores que lidam com a problemática intemporal do luto amoroso; querem compreender, sentir, integrar. Como as carpideiras, emprestam à ficção as lágrimas de uma mágoa real. Mas como fazer um funeral sem corpo? – perguntam-se. Entre a vontade de conservar e a necessidade de reforma, qual o plano de restauro mais justo?

Criação e interpretação | André Loubet, João Estima, Rita Delgado; Trabalho de restauro | Isabel Moreira; Sonoplastia e Música original | Pedro Melo Alves; Desenho de Luz | Manuel Abrantes; Cenografia | António MV

joao-de-brito

João de Brito
FIT (#) Sustenido

Performance sobre o encontro e a procura de uma identidade própria dentro de um sentido coletivo, que se encontra alterado com novas questões de relacionamento. Desdobra questões entre o dentro e o fora, o próprio e o outro.
Um ator, uma bailarina e um músico procuram, em reflexo, a posição do tempo interior de cada um, em contraponto com um novo mundo lá fora que exige também ele, uma velocidade diferente. (Esta performance é um excerto adaptado do espetáculo FIT(in), co produção SLTM, LAMA e Teatro das Figuras)

Cocriação e Performance | David Santos (músico e compositor), João de Brito (ator e encenador), Yola Pinto (bailarina e coreógrafa)

panda-expresso

Lewis Seivwright
Panda Express

Capturar a curiosidade através da sua imprevisibilidade, revelando múltiplas cenas desenhadas a partir da interpretação das emoções humanas. Cada cena integrada nesta performance é intencionalmente desenhada com o intuito de (simultâneamente) interpretar e refletir diferentes emoções através de comunicação não verbal, promovendo a perceção das mesmas, através de qualidades de movimento, tempo, música, luz e atmosferas e ainda promover a inteligência emocional e a reflexão saudável da mesma. O público é parte essencial da ação, sendo o agente decisor e definidor do conteúdo emocional da cena.

Coreografia e interpretação | Lewis Seivwright; Cocriação e desenho de luz | Joana Mário

macriacao

Má-Criação Associação Cultural
Terra Nullius

Espetáculo-percurso que tenta capturar a experiência de um lugar distante. Terra Nullius foi um termo criado pela lei internacional para definir territórios que não pertenciam a ninguém e por isso podiam ser ocupados. Ainda hoje existem territórios Terra Nullius como Bir Tawill (uma faixa de terra entre o Egipto e o Sudão), a Antártida, o mar internacional e a Lua. Mas Terra Nullius encerra também um significado poético. Uma ideia de território inexplorado, uma espécie de oásis de liberdade onde seria possível recomeçar e repensar a nossa ideia de sociedade.
Durante um ano, Paula Diogo esteve em Reykjavik a desenvolver um projeto que tentava capturar uma ‘experiência do lugar’ cruzando-a com narrativas pessoais e coletiva. Como procedimento usou duas ações simples: caminhar e escrever. A criação de TERRA NULLIUS prevê um espetáculo que transborda do espaço do teatro, ocupando a geografia urbana da cidade e o espaço virtual de discussão e pensamento.

Direção de projeto, criação e performance | Paula Diogo; Criação sonora | João Bento | Desenho de luz | Daniel Worm; Apoio à dramaturgia | Alex Cassal; Coprodução | Teatro Nacional D. Maria II; Parceiros | Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, Citemor, O Espaço do Tempo, Alkantara, Galeria Zé dos Bois; Trabalho desenvolvido com bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian e Fundo Cultural da GDA; Projeto financiado pela República Portuguesa – Cultura | DGARTES – Direção Geral das Artes.

residencias

Residências Artísticas Anuais

Artistas residentes: João Rapozo, EIF(E), Camboja Selecta, André de Campos, The Portfolio Project, Manga Theatre, Produção d’Fusão, BodyBuilders & Rafael Alvarez.