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Em 2020 assinalam-se os 25 Anos da Companhia Olga Roriz,
que desde 1995 tem sido uma referência no panorama da dança contemporânea. Em ano de aniversário, a COR realiza um conjunto de iniciativas para assinalar a efeméride.  +Info

Lançamento do livro dos 25 anos da COR | 19 de Set., 16h
Salão Nobre | Teatro Nacional D. Maria II
Livro que reúne imagens de todos os espetáculos criados ao longo destes 25 anos dedicados à dança. Esta publicação, que acompanha, através de imagens, o percurso da COR desde 1995 a 2019 reúne dezenas de peças, que envolveram inúmeros intérpretes e outros criadores e artistas, dando uma ampla perspetiva de um quarto de século de dança em Portugal através do olhar de diversos fotógrafos conceituados, como Alípio Padilha, Paulo Pimenta, entre outros.

Estreia do documentário COR 25 Anos | 28 de Set.
Sala Bernardo Sassetti – Apresentação, 19h
Sala Luís Miguel Cintra – Estreia do documentário, 20h
São Luiz Teatro Municipal
Com o filme documental sobre o processo criativo de Autópsia, última criação da Companhia Olga Roriz, desvenda-se o processo de construção de uma linguagem coreográfica, génese das primeiras ideias até se estabelecer, através da coreografia, um significado, uma narrativa, um conceito. O espectador será levado a percorrer esse caminho, acompanhando os elementos que darão corpo a esse processo ao longo dos seus quatro meses de ensaios.
A coreógrafa e a forte ligação com os seus intérpretes. Aspecto único na forma de trabalhar de Olga Roriz, e tão evidente nesta obra, será a base para diversas sequências exploradas neste filme, desde trabalhos de improvisação a diálogos entre os intérpretes e a coreógrafa sobre conceitos que assumem uma forte presença nas suas vidas. Pretende-se também dar a conhecer um lado mais privado da coreógrafa Olga Roriz enquanto criadora. Os seus momentos solitários de trabalho; o processo de exploração de uma ideia, desde a sua mente até ao estúdio, passando pelos seus cadernos. Olga Roriz falará sobre o que a move e a pertinência deste objeto documental, ao lado do realizador Henrique Pina, com a moderação de Cláudia Galhós.

Apresentação do arquivo histórico e artístico da COR
Palácio Pancas Palha – Data por reagendar

Workshop Intensivo por Yaniv Abraham
Palácio Pancas Palha – Data por reagendar

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Digressão 2020


Autópsia

11 Jan., 21h30
Teatro Sá de Miranda,
Viana do Castelo

8 Fev., 21h
Teatro Joaquim Benite, Almada

21 Fev., 21h30
Centro de Artes de Águeda

26 Set., 21h30
CAE-Centro de Artes e Espectáculos, Figueira da Foz

27 Nov.
Centro Cultural de Ílhavo.

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Seis meses depois
Nova Criação 2020

Estreia
18 Set. 21h
19 Set. 19h
20 Set. 16h
Teatro Nacional D. Maria II, Lisboa (Coprodução)

3 Out., 21h30
Casa das Artes de Famalicão
(coprodução)

31 Out., 21h30
Cine-teatro Louletano, Loulé
(coprodução)

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Digressão 2021

Autópsia
23 e 24 Jan., 21h30
Teatro Nacional São João, Porto

29 Jan., 21h30
Teatro José Lúcio Silva, Leiria

13 Fev., 21h30
Teatro Municipal de Bragança

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Seis meses depois

Festival Abril em Festa
Convento de São Francisco

todos

Festival Todos – Caminhada de Culturas
no Palácio Pancas Palha

Desde 2009, celebra Lisboa como cidade intercultural através das artes performativas contemporâneas. Promovido entre a Academia de Produtores Culturais e a Câmara Municipal de Lisboa, o TODOS tem contribuído para a destruição de guetos territoriais associados à imigração, convidando os públicos ao convívio entre culturas de todo o mundo, na capital portuguesa.

Todos 2020 — Passageiros do mundo
“Olhemos para cima, respiremos devagar, e reconheçamos que o céu não tem fronteiras, e desenhemos no chão uma sombra onde todos possamos enfrentar o dia”, lemos no programa do Teatro O Bando para a edição deste ano do TODOS.
O chão de terra onde, em 2020, o TODOS desenha a sua sombra, Santa Engrácia, é também o chão de linhas paralelas e entrecruzadas que se protegem, por entre as paredes e os muros, da histórica estação de comboios de Santa Apolónia. A estação que está antes do mar, que liga o mar à terra, que liga cidades portuguesas e estrangeiras, que liga pessoas de todas as origens, nacionalidades e idades, que transforma cada pessoa num “passageiro”, cumprindo um destino em forma de caminho.

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corpoemcadeia

Corpoemcadeia

Levar para contexto prisional um método de criação artística de uma Companhia de dança de autor, com quase 25 anos de vida.
A aplicação de um modelo amplamente experimentado por equipa artística coesa são fatores que geram motivação, confiança e responsabilidade entre reclusos, artistas e terapeutas.
Também acreditamos que qualidade e visibilidade do nosso trabalho artístico contribuirá para um maior alcance social, derrubando muros e preconceitos. Maior pegada artística. Maior pegada social.

Aquilo que constitui o ADN do Corpoemcadeia é a parceria entre o modelo artístico da Companhia Olga Roriz e um modelo de intervenção terapêutica que privilegia a consciência corporal, o aqui e o agora e que entende a existência humana como um processo criativo.

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FOR2

FOR | Dance Theatre

Cursos Integral 2020/22 e Modular 2020/21
3ª Fase de Audições | 22 de Set., 10h
Inscrições abertas

Pré-Requisitos
– Formação base/avançada em dança
– Noções de composição
– Capacidade de adaptação a várias linguagens coreográficas

Audição
Aula de Contemporâneo;
Repertório (Companhia Olga Roriz);
Prova livre 3”

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Chi Kung

por Yonel Serrano 

3ªs e 5ªs em Outubro 2020
10h30às 11h30
Valor | € 25,00/mês
Inscrições

Aula executada no jardim do Palácio Pancas Palha (necessário trazer ténis)

Aulas criadas pela Companhia Olga Roriz, para participantes com mais de 15 anos: bailarinos, atores, estudantes, etc. O Chi Kung (Qi Gong) é uma prática terapêutica em que se realizam exercícios que combinam movimento suave e respiração controlada, e na qual a atenção e a visualização do praticante estão concentradas nas várias partes do corpo, de modo a alterar o fluxo de energia. Chi Kung significa literalmente “energia” (Chi ou Qi) e “habilidade, treino” (Kung ou Gong), ou seja, treino e desenvolvimento da energia (do corpo humano).

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FOR | Formação Olga Roriz

Início do próximo ano letivo a 1 de Outubro de 2020

FOR Aulas Práticas
Reabertura das aulas para alunos externos com data a anunciar
para profissionais e estudantes de Dança
De 1 de Outubro 2019 a 22 de Julho 2020

Contemporâneo
2ª, 4ª e 6ª das 10h35 às 12h00
3ª e 5ª das 9h às 10h30

Condicionamento Físico
2ª e 6ª das 9h às 10h30
4ª das 9h às 10h30 Nuno Cabral (Yoga)

Preçário
Aula avulso – 8€
Caderneta mensal 6 aulas – 40€
Caderneta mensal 10 aulas – 50€
Caderneta mensal 20 aulas – 95€

Mensalidade 1 aula/dia – 90€

+Info | Inscrições

Neon

Beatriz Dias
Neon 80

NEON 80 traça o seu labirinto, inspirada nos conceitos de cyberpunk, cyberspace, cyborgbody e video game. Enaltece o lado marginal do ser humano, o lado da sobrevivência, da oposição às regras, da possibilidade de escolha e do lugar da liberdade do indivíduo, anulando o género binário e defendendo uma prótese como um membro integrante do corpo humano

Conceito e performance | Beatriz Dias; Criação sonora | Miguel Lucas Mendes; Cenografia | André de Campos, Miguel Justino; Figurinos | Beatriz Dias, Miguel Justino; Apoio dramatúrgico e desenho de luz | André de Campos; Produção | Produção d’Fusão; Coprodução | Centro Cultural de Belém, Companhia Olga Roriz; Apoio | Fundação GDA, O Espaço do Tempo

play

Play Company
Revolução, por amor

A três dias de uma estreia a cultura morreu, fecharam-lhe as portas por um acontecimento global com repercussões trágicas económicas. O que fazem todos os envolvidos no espetáculo? O que fazem os artistas? O que faz o público?
Os artistas deste espetáculo morrem de amor. Como manifesto ao espaço que é tão maior que eles, eles representam para quem conhece melhor o teatro do que qualquer ministro ou presidente: a sala de teatro. Existe morte mais bela que morrer de amor a pedir aquilo que os faz viver? A continuar mesmo que digam que terminou?

Texto | João Pires, com excertos de textos dos atores; Encenação | João Pires, Vera Gromicho; Interpretação | Erica Rodrigues, Inês Realista, Isac Graça, João Pires. Mariana Guarda, Mauro Hermínio, Sandra Sousa, Vasco Batista; Bailarina | Melanie Ferreira; Músicos | João Gadelha, Pedro Guerne, Yuri Santos; Cantores | Andreia Valles, Yuri Santos; Produção | Play Company

Delicate-Dinosaur-

Delicate Dinosaur – Associação
O Último Voo do Kauai ‘O’o

“O amor que acaba afasta-se para um outro mundo, à maneira de uma nave espacial que deixa de cintilar” –Roland Barthes

Uma pintura em processo de restauro. Quatro atores que lidam com a problemática intemporal do luto amoroso; querem compreender, sentir, integrar. Como as carpideiras, emprestam à ficção as lágrimas de uma mágoa real. Mas como fazer um funeral sem corpo? – perguntam-se. Entre a vontade de conservar e a necessidade de reforma, qual o plano de restauro mais justo?

Criação e interpretação | André Loubet, João Estima, Rita Delgado; Trabalho de restauro | Isabel Moreira; Sonoplastia e Música original | Pedro Melo Alves; Desenho de Luz | Manuel Abrantes; Cenografia | António MV

João-Canjo

João Canijo
Longa-Metragem As Filhas do Enforcado

Três irmãs vivem num Hotel familiar no interior de Portugal, lugar claustrofóbico que as ultrapassa e abafa. A mais velha tenta manter vivo o negócio e transpira azedume no seu comportamento. As duas mais novas sonham com um futuro que nunca irá acontecer. Vivem as três no impasse de uma relação onde arde intimamente um ódio assassino. A chegada inesperada da filha rejeitada da mais velha, alimentada por um ressentimento passado irá destruir a união que ainda restava.

Realização | João Canijo; Atrizes | Rita Blanco, Anabela Moreira, Cleia Almeida, Madalena Almeida, Vera Barreto; Produção | Midas Filmes

panda-expresso

Lewis Seivwright
Panda Express

Capturar a curiosidade através da sua imprevisibilidade, revelando múltiplas cenas desenhadas a partir da interpretação das emoções humanas. Cada cena integrada nesta performance é intencionalmente desenhada com o intuito de (simultâneamente) interpretar e refletir diferentes emoções através de comunicação não verbal, promovendo a perceção das mesmas, através de qualidades de movimento, tempo, música, luz e atmosferas e ainda promover a inteligência emocional e a reflexão saudável da mesma. O público é parte essencial da ação, sendo o agente decisor e definidor do conteúdo emocional da cena.

Coreografia e interpretação | Lewis Seivwright
Cocriação e desenho de luz | Joana Mário

macriacao

Má-Criação Associação Cultural
Terra Nullius

Espetáculo-percurso que tenta capturar a experiência de um lugar distante. Terra Nullius foi um termo criado pela lei internacional para definir territórios que não pertenciam a ninguém e por isso podiam ser ocupados. Ainda hoje existem territórios Terra Nullius como Bir Tawill (uma faixa de terra entre o Egipto e o Sudão), a Antártida, o mar internacional e a Lua. Mas Terra Nullius encerra também um significado poético. Uma ideia de território inexplorado, uma espécie de oásis de liberdade onde seria possível recomeçar e repensar a nossa ideia de sociedade.
Durante um ano, Paula Diogo esteve em Reykjavik a desenvolver um projeto que tentava capturar uma ‘experiência do lugar’ cruzando-a com narrativas pessoais e coletiva. Como procedimento usou duas ações simples: caminhar e escrever. A criação de TERRA NULLIUS prevê um espetáculo que transborda do espaço do teatro, ocupando a geografia urbana da cidade e o espaço virtual de discussão e pensamento.

Direção de projeto, criação e performance | Paula Diogo; Criação sonora | João Bento | Desenho de luz | Daniel Worm; Apoio à dramaturgia | Alex Cassal; Coprodução | Teatro Nacional D. Maria II; Parceiros | Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, Citemor, O Espaço do Tempo, Alkantara, Galeria Zé dos Bois; Trabalho desenvolvido com bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian e Fundo Cultural da GDA; Projeto financiado pela República Portuguesa – Cultura | DGARTES – Direção Geral das Artes.

filipa-duarte

Filipa Duarte e Miguel Ferrão Lopes
Meet me halfway

O caminho para a utopia é sempre doloroso, quer caminhemos em diante quer voltemos lá atrás. Se a utopia nos obriga a caminhar na direção de onde viemos, talvez seja melhor esfolarmo-nos ou aniquilarmo-nos. Disseram-nos que nunca devemos voltar atrás, que deve ser como num massacre, mas nós tentamos resistir e vingar na nossa procura, quer caminhemos em diante quer voltemos lá atrás. Da desavença e da transgressão, urge o utópico.

Conceção e interpretação | Filipa Duarte, Miguel Ferrão Lopes; Consultoria artística | Vânia Rovisco; Música | Fábio Musqueira; Produção | Caminho Libertino

bestiario

Bestiário – coletivo artístico
Homem-agem

Caminhamos numa progressiva deterioração. Assim, é urgente ganhar à passada do tempo e fixar as nossas raízes  – e, no entanto, destruímos constantemente quem nos criou. É nesta tensão entre o que foi e o que poderá ser que nos resta agir num presente trêmulo. Fazer uma homenagem supõe sempre um agir. Mas porquê esta pulsão primitiva de homenagear algo ou alguém? Talvez, assim, sintamos menos a solidão. Talvez, assim, consigamos sentir-nos mais perto da nossa procedência. O tempo esgota-se.

Direção artística e dramaturgia | Teresa Vaz; Criação e interpretação | Afonso Viriato, Helena Caldeira, Miguel Ponte, Teresa Manjua, Teresa Vaz; Apoio à criação e dramaturgia |Luca Aprea; Espaço cénico e curadoria de figurinos | Bruna Mendes; Desenho e operação de luz | Jorge Albuquerque; Produção | Diana Almeida

residencias

Residências Artísticas Anuais

Artistas residentes: João Rapozo, EIF(E), Camboja Selecta, André de Campos, The Portfolio Project, Manga Theatre, Produção d’Fusão, BodyBuilders & Rafael Alvarez.