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Nova criação 2024

Irmã Palestina 1001 Noites
Cocriação Teatro O Bando e Companhia Olga Roriz
e parceria da Banda Sinfónica Portuguesa.

Coprodução Teatro o Bando, Companhia Olga Roriz,
Coliseu do Porto AGEAS, FITEI e São Luiz Teatro Municipal

A cumplicidade de Brites/Roriz remonta aos anos 90 quando a coreógrafa colabora em peças do Grupo de Teatro O Bando, que celebra 50 anos de existência e resistência em 2024. Nesta nova colaboração, os criadores procuram ir mais longe, intercetando os seus processos criativos numa busca renovada de reflexão e construção com quatro artistas de cada uma das companhias. O espetáculo procura as verdades que se escondem nas ficções e as ilusões que enevoam a realidade. Uma viagem percorrida pelas 1001 Noites, fio condutor da tetralogia que nos próximos quatro anos ganha vida pela mão de diferentes encenadoras e encenadores do Teatro O Bando, em que um novo espetáculo nasce a partir do final do espetáculo anterior. “Irmã Palestina” é representada por Maria Dally, artista palestiniana.

Direção | João Brites e Olga Roriz
Intérpretes | António Bollaño, Fabian Bravo, Maria Dally, Maria Fonseca, Marta Lobato Faria, Nicolas Brites, Rita Brito e Yonel Serrano

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padagitacion

Digressão 2024

A hora em que não
sabíamos
nada uns dos outros

6 Jul.
Teatro Municipal Joaquim Benite, Almada

18 Out.
Convento São Francisco, Coimbra

7 Dez.
Teatro Municipal Sá de Miranda, Viana do Castelo


Irmã Palestina 1001 Noites
Co-criação da Companhia Olga Roriz e Teatro O Bando
Estreia | 18 e Mai.
FITEI, Coliseu do Porto

18 Out.
Convento de São Francisco, Coimbra

30 Mai. a 2 Jun.
São Luiz Teatro Municipal, Lisboa

7 a 10 Jun.
Palmela


Pas d’agitation

28 Set.
Teatro Municipal de Vila Real

11 Out.
Casa da Cultura de Ílhavo

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FOR – Formação Olga Roriz

Aulas Práticas
Para profissionais e estudantes de Dança,
integradas nos cursos da FOR Dance Theatre.
Vagas limitadas e sujeito a confirmação.

Contemporâneo
2ªs, 4ªs e 6ªs, | 10h30-12h
Prof. Yonel Serrano

3ª e 5ªs das 9h às 10h30
Prof. Yonel Serrano

Condicionamento Físico
2ªs, 4ªs e 6ªs das 9h às 10h30
Prof. Yonel Serrano

Preçário
Aula avulso | 8€
Caderneta mensal 6 aulas | 40€
Caderneta mensal 10 aulas | 50€
Caderneta mensal 20 aulas | 95€
Mensalidade 1 aula/dia | 90€

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Atelier de Criação
Por Ludger Lamers
Inscrições abertas

Natural da Alemanha, foi durante anos músico (percussionista) de Jazz e improvisação. É licenciado em Desporto pela Universidade de Ruhr em Bochum e recebeu formação em Dança Contemporânea, partnering, contact, Tai Chi, Capoeira, e trabalho criativo com improvisação. Coreógrafo, bailarino e performer em inúmeras peças e companhias tais como a Tanztheater Thomas Guggi em Berlim e Olga Roriz Companhia de Dança em Lisboa. Foi vencedor do Prémio de dança 2010 em Munique. Lecciona internacionalmente desde 1988 em Improvisação, Técnica de Contemporâneo e Parceria para actores e bailarinos. Desenvolve atualmente trabalho corporal de massagens, meditação, reflexologia e relaxamento.

Datas | 5 a 9 Fev.
Horário |14h40 às 16h40
Carga horária | 10 horas, 5 sessões
Preço | € 80 (20% de desconto para os alunos Modular e ex-alunos FOR)

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Atelier de Criação
Por Jakub Margosiak
Inscrições abertas

A técnica de Michael Chekhov é uma abordagem totalmente psicofísica que oferece ferramentas para trabalhar a imaginação, o corpo e as emoções de um artista. Graças a um conjunto de exercícios cuidadosamente preparados, envolve todo o corpo e estimula o psiquismo e os estados emocionais, permitindo ao intérprete transformar-se noutra personagem. Esta técnica foi inicialmente desenvolvida por um ator para os atores, mas atualmente a sua aplicação estendeu-se à dança, música, arte-terapia e outras disciplinas. Uma das ideias principais desta técnica é que existem duas categorias de movimento: um externo (movimento físico de todo o corpo) e um interno (movimento da nossa vida interior, sentimentos, pensamentos, psicologia, imaginação e todos os eventos internos que podemos experimentar) e que esses dois tipos de movimentos impactam um ao outro.

Datas | 15 a 19 Fev.
Horário |14h40 às 16h40
Carga horária | 4 horas, 2 sessões
Preço | € 30 (20% de desconto para os alunos Modular e ex-alunos FOR)

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Workshop de Dramaturgia II
Por João Carneiro

Na disciplina de Dramaturgia serão propostas várias modalidades de entender a palavra e o conceito de dramaturgia. A disciplina, de radicação teórica, é indissociável também de uma dimensão eminentemente prática e funcional, na relação necessária entre dramaturgia e artes performativas. As aulas consistirão, por isso, numa articulação entre o discurso teórico e a observação de exemplos práticos; estes exemplos podem ter origem em aspetos da criação artística muito diversos, relativamente aos quais pode ser possível falar de dramaturgia.

Datas | 5, 12, 19 Jan., 2, 16, 23 Fev., 1, 8 Mar.
Horário | 14h40 às 16h40
Carga horária | 14 horas, 8 sessões
Preço | € 80 (20% de desconto para os alunos Modular e ex-alunos FOR)

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Residências Artísticas

Hangar
Greenhouse

Com parceria da Companhia Olga Roriz entre outros parceiros de acolhimento, trata-se de projeto coletivo de Mónica Miranda, Sónia Vaz Borges e Vânia Gala que vai representar Portugal na 60ª Exposição Internacional de Arte – La Biennale di Venezia, uma edição que tem como tema “Estrangeiros em Todos os Lugares” e vai poder ser visto pelo público entre 20 de abril e 24 de novembro de 2024 no Palazzo Franchetti em Veneza.  Greenhouse parte da complementaridade estratégica entre a prática, a teoria e a pedagogia, definindo o espaço expositivo entre experimentação e reflexão, a parir de quatro ações: Jardim (Instalação, Espaço e Tempo), Arquivo Vivo (Movimento, Som e Performance), Escola (Educação, História e Revolução), Assembleias (Público e Comunidades).

Beatriz Valentim e Bruno Senune
Vanishing

Dois intérpretes. Dois solos. Dois instantes. Do encontro dançaremos um solo coreografado pelo outro. Uma peça em dois momentos, onde a música se repete, uma estrutura que se debruça nas poéticas da “noite” e do “dia” como matérias condutoras de ambos os solos, refletindo sobre o conceito de tempo, catalisador da vida e do seu constante movimento. Mergulhamos no quotidiano do corpo e a sua gestualidade particular, na observação contaminante do outro, na repetição de padrões, recorrências, organismos, na destruição de ciclos, nos despertares, no corpo como expressão de mudança, no seu desaparecimento. “It must be nice to disappear, To have a vanishing act, To always be looking forward, And never looking back” Lou Reed.

Companhia O Fim do Teatro
O Segundo Livro

Numa viragem de século, numa estrada entre o leste e o oeste, uma caravana de fugitivos tenta chegar à segurança do outro lado da fronteira. Todos conseguiram escapar ao cativeiro onde nasceram e tentam, o melhor que podem, chegar à cidade do outro lado da montanha. Vinte e quatro anos antes, ali mesmo, um escritor foi morto a tentar salvar um livro e volta agora para os assombrar. Tudo no seu caminho foi devastado e o pouco que sobrou foi queimado ou destruído. Montam acampamento já sem esperança de chegarem vivos ao seu destino.

Texto e encenação | Pedro Saavedra; Interpretação | Ana Vilela da Costa, Marta Jardim, Paula Garcia, Pedro Saavedra, Teresa Vaz; Voz off | José Neves; Produção executiva | Bernardo Carreiras

Terra Batida
Senhora Idade

Projeto artístico com a população sénior, que cria espaços de fruição e experimentação para a valorização de saberes, vivências e memórias. Senhora Idade é um espetáculo sobre o curso da vida, em paralelo com o curso de um rio. É sobre o envelhecimento e o encarceramento, a geração e a regeneração, a partilha de histórias é a matéria-prima para a criação, onde as vozes e os corpos entrelaçam o passado, o presente e possíveis futuros, a partir da música e da palavra. Partindo da ideia de que a água tem memória, olhamos para as múltiplas prisões em que vivemos ao longo da vida, e a possibilidade de libertação e liberdade, com base num contexto específico onde a construção de uma barragem no século XX alterou de forma profunda e irreversível a inscrição de pessoas, plantas e animais no território.

Pedro Gil
Depois das Zebras

Em plena savana queniana, um grupo de assaltantes mascarados de zebra toma um resort de assalto. Cercados pela polícia fazem todos reféns gerando uma poderosa união entre hóspedes e staff até ao dia da libertação. Mas só depois das zebras se irem embora é que a história se complica. É que há pessoas que querem que tudo volte a ser como era antes, enquanto umas trabalhavam as outras estavam de férias, e há as outras que teimam para que tudo continue como está, todas trabalham e todas estão de férias. Para apimentar a coisa hospedámos no resort uma família portuguesa que, como se não bastasse, tem também os seus problemas. “Depois das Zebras” é a mais recente ilusão de Pedro Gil depois de espetáculos como “Don Juan Esfaqueado na Avenida da Liberdade” ou “Inesquecível Professor”.

Texto e encenação | Pedro Gil; Cocriação e interpretação| Carla Gomes, Cirila Bossuet, Cláudio de Castro, João Estima, Pedro Gil, Raquel Castro; Figurinos | Catarina Graça; Luz | Daniel Worm; Cenografia | Joana Subtil; Som | Pedro Costa; Apoio à encenação | Diogo Andrade; Apoio à dramaturgia | Raquel Castro; Produção | Razões Pessoais; Coprodução | São Luiz Teatro Municipal; Teatro Nacional São João, Teatro Municipal de Ourém

Teatro Plage
Vamos para Bremen

“Juntos somos mais fortes que separados”. A palavra dita sugere-nos o poder transformador do cenário em imaginação. “Juntos somos mais fortes que cada um por si”. O narrador adverte o desconhecido. O músico, as atrizes e a bailarina, no seu singular percurso, dançam, tocam e cantam na estrada, que também é a casa dos ladrões, que afinal era uma casa abandonada. Afinal, não precisamos de ir até ao fim dos objetivos sonhados para alcançar o sonho. Apenas precisamos estar juntos. – A moral do conto é apaziguadora.” 

Encenação | Paulo Lage; Coreografia | Elsa Madeira; Apoio literário | Eugénia Vasques; Elenco | Cheila Lima, Lune Nunes, Mariana Rebelo, Pedro Serra; Apoio vocal | Silvia Filipe; Produção | Medusa Material

Companhia Cepa Torta
1 Pato Selvagem

O novo espetáculo de Miguel Maia apresenta uma deturpada versão de O pato selvagem, de Henrik Ibsen, explorando a ideia da procura do realismo no teatro e a necessidade do close-up cinematográfico em cena, num contexto contemporâneo de espectadores-encenadores, agarrados aos seus avatares hiperbólicos em redes como o TikTok ou em cenários infinitos de um metaverso qualquer.

Texto, dramaturgia e encenação | Miguel Maia; Interpretação | Cirila Bossuet, João Cachola, João Gaspar, Sandra Pereira; Assistência de encenação | Laura Morais da Silva; Coordenação de produção | Inês Achando; Produção executiva | Beatriz Sousa

Bruno Schiappa
O Método

Aulas baseadas nas técnicas d’O Método de Lee Starsberg, conforme foi interpretado por Marcia Haufecht, mas são transversais ao Sistema de Constantin Stanislavsky e ao Teatro Físico russo. Este curso, criado em 1993 pelo próprio, foi ministrado durante 28 anos, com grande sucesso. Inclui também trabalho de movimento (flexibilidade e ritmo) e vocal (respiração, apoio, dicção). O mesmo destina-se a atores, encenadores e bailarinos ou pessoas que pretendam ter uma formação direcionada para as artes acima referidas. Pode também ser frequentado para questões de desinibição, inserção social ou melhoria da comunicação.

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Residências Artísticas Anuais

Artistas residentes: João Rapozo, EIF(E), Camboja Selecta, André de Campos, The Portfolio Project, Manga Theatre, BodyBuilders & Rafael Alvarez, Razões Pessoais Associação Cultural.

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